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Na China, vendas no varejo aumentam 14,2% em um ano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As vendas no varejo em outubro, na China, tiveram o maior crescimento em cinco meses, impulsionadas pelo consumo de roupas, cosméticos e computadores. As vendas saltaram 14,2% em outubro em relação ao mesmo mês do ano passado, ultrapassando as estimativas do mercado e a taxa de expansão de setembro, que ficou em 14%. O aumento dos salários está pondo mais combustível no consumo em um momento em que o governo tenta equilibrar a economia e assegurar que o crescimento seja sustentável. Segundo analistas, o consumo doméstico é decisivo para sustentar o crescimento. Inflação "É de importância crucial que a China mantenha o crescimento acelerado do consumo e das exportações", disse Dong Tao, economista do Credit Suisse First Boston. Outro anúncio oficial indica que o aumento dos preços ao consumidor também está ficando mais moderado. Em outubro, os preços aumentaram 4,2% no ano, a menor taxa de inflação dos últimos seis meses. Empresas estrangeiras como a americana Wal-Mart e a rede francesa Carrefour abriram lojas na China e estão planejando aumentar sua presença nesse que é um dos maiores mercados do mundo, e também um dos que mais crescem. Segundo as estatísticas oficiais da China, as vendas de alimentos, roupas e artigos domésticos cresceram mais de 18% em outubro. As vendas de carros aumentaram 2,1% e as de jóias e metais preciosos, 25%. Com a preocupação de que a economia chinesa poderia enfrentar problemas depois de um período de crescimento espetacular, o governo limitou empréstimos e investimentos. No mês passado, o governo chinês aumentou juros pela primeira vez em nove anos. A China é a 7ª maior economia do mundo e é também a que mais cresceu nos últimos anos. |
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