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Atualizado às: 22 de outubro, 2004 - 10h21 GMT (07h21 Brasília)
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Economia da China desacelera pelo 3º trimestre seguido
Trabalhadores chineses
Medidas devem evitar que haja aumento das taxas de juros no país
O crescimento econômico da China apresentou sinais de desaceleração pelo terceiro trimestre consecutivo como resultado de eforços do governo para conter a expansão da economia.

O aumento do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre ficou em 9,1%. No segundo trimestre, o crescimento do PIB foi de 9,6% e, no primeiro, 9,8%.

Medidas para conter investimentos e empréstimos bancários foram introduzidas pelo governo em meio a sinais de que a economia chinesa corria o risco de superaquecimento.

Segundo analistas, as medidas devem evitar que haja aumento das taxas de juros. Ainda assim, autoridades acreditam que seja cedo para acabar com as restrições impostas.

"Nós temos que reforçar ainda mais as medidas de controle macroeconômico para nos proteger contra uma volta desse risco", disse o porta-voz do Departamento Nacional de Estatística, Zheng Jingping.

Investimentos e inflação

O aumento espetacular do consumo de petróleo na China tem contribuído para que os preços do produto alcancem níveis recordes.

Ainda que os economistas acreditem que a expansão econômica da China deve desacelerar para garantir que o crescimento seja sustentável, há preocupações de que qualquer queda na demanda possa ter efeitos negativos nos lucros das corporações e na recuperação econômica ao redor do mundo.

Analistas dizem que os chineses ficarão satisfeitos com os dados divulgados nesta sexta-feira, mostrando que as taxas de investimento em infra-estrutura urbana, um indicador importante, estão aumentando em um ritmo menos acelerado.

No terceiro trimestre, essas taxas aumentaram 28%, comparados aos 30% de crescimento registrados nos seis meses anteriores.

Outras estatísticas mostram que os preços ao consumidor tiveram uma redução maior do que a esperada em setembro. A inflação anual foi de 5,2% no mês passado, comparado a uma previsão de 5,3%.

"Uma desaceleração modesta nas taxas de investimento em infra-estrutura e uma desaceleração mais acentuada na inflação são o que as autoridades esperam", afirmou Tim Condon, um analista de Cingapura.

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