|
Confiança do consumidor surpreende e cai nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os americanos ainda estão preocupados com seus empregos e renda, apontou o índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan. O índice caiu de 95,9 para 95,8 pontos em setembro, surpreendendo os analistas econômicos que previam uma alta para 96,5 pontos. O gasto dos consumidores corresponde a 66% da atividade econômica dos Estados Unidos e é visto como um termômetro da saúde da economia. As vendas têm sido instáveis no verão, mas ainda mostram uma tendência de alta. Reação Apesar da surpresa, o novo dado sobre o consumo no país não causou uma grande reação no mercado financeiro. "Ele (o índice) me diz que, em sua grande parte, as expectativas de consumo e confiança são bem estáveis após ter uma alta significativa desde o fim de 2003", disse Steve Gallagher, economista-chefe do SG Corporate and Investment Banking, nos Estados Unidos. A saúde da economia americana, em particular as perspectivas para a criação de empregos, se tornou uma questão-chave na eleição presidencial no país – que deve ser decidida em Estados onde ocorreram muitas perdas de postos de trabalho da indústria manufatureira. O crescimento da economia americana enfraqueceu no segundo trimestre deste ano e analistas tentam avaliar se essa desaceleração pode ser o começo de uma tendência para o longo prazo. Em agosto, o Fed, o banco central americano, aumentou a taxa de juros do país para 1,5% ao ano numa tentativa de combater as pressões inflacionárias sem obstruir o crescimento econômico. As expectativas são de que, em sua reunião na semana que vem, o Fed aumente os juros novamente em 0,25 ponto percentual. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||