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Receio de crise no suprimento pressiona preço do petróleo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O preço do barril de petróleo leve registrou uma nova alta nesta quarta-feira e chegou a ser negociado a US$ 47,03 em Nova York, uma alta de 44% nos últimos 12 meses. Em Londres, o preço do barril do tipo Brent chegou a US$ 43,22. O preço foi alavancado pelo receio de que a demanda possa superar a oferta e pelas ameaças de milícias rebeldes no Iraque contra contra poços de petróleo. O chanceler alemão Gerhard Schröder disse que os altos preços são uma preocupação, mas demonstram que o crescimento global é sólido. "Ainda não estamos vendo nenhum impacto negativo por causa dos preços do petróleo e temos um crescimento robusto", disse Schröder em uma coletiva em Berlim. Crescimento robusto Nos Estados Unidos, os preços para o consumidor caíram em julho pela primeira vez em oito meses, indicando que a pressão da inflação está sob controle no país que é o maior importador de petróleo do mundo. A China teve um crescimento de demanda de 21% em relação aos primeiros seis meses do ano e deve tornar-se o segundo país de maior consumo já em julho. Isto seria uma indicação de que o desaquecimento da economia chinesa ainda não teve impacto nenhum na demanda do país por energia. Estimativas nos Estados Unidos são de que as reservas do país caíram pela terceira semana seguida. Segundo Leo Drollas, economista-chefe em Londres do Centro para Estudos Globais de Energia acredita que "enquanto os estoques dos Estados Unidos continuarem a ser de apenas 18,5 dias, os preços vão ficar próximos a US$ 45". |
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