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China quer que bancos processem clientes insolventes | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo chinês anunciou a intenção de que os bancos do país processem os clientes que apresentam problemas de crédito. Liu Mingkang, chefe do órgão que regula o sistema bancário chinês, defendeu a medida durante um encontro do Banco para o Desenvolvimento da Ásia, na Coréia do Sul. Estima-se que os créditos podres na China cheguem a US$ 200 bilhões. Segundo a agência de classificação de risco Standard & Poor’s, os quatro maiores bancos chineses detêm juntos 80% da carteira de empréstimos no país. Desse montante, estima-se que até a metade seja composta por créditos duvidosos. Outro problema deriva do sistema legal do país, que tem uma reputação de ser lento e ineficiente nos processos envolvendo clientes insolventes. O objetivo do governo é sanear a situação antes de 2007. Nesse ano, a China deverá abrir seu mercado para a entrada de bancos estrangeiros, o que ficou definido com a inserção do país na Organização Mundial do Comércio (OMC). |
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