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Bolsas operam em baixa na Europa e no Japão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Bolsas da Europa vêm operando em queda e as asiáticas fecharam em baixa nesta segunda-feira, em meio a temores de que o Federal Reserve, o banco central americano, aumente as taxas de juros. O índice Nikei, do Japão, fechou em baixa de quase 5%, sua pior performance diária desde 11 de setembro de 2001. A Bolsa de Londres caiu 1,7%, a de Paris 2,2% e o índice Dax, da Alemanha, vem operando em queda de 2,4%. Mas a notícia de que a Arábia Saudita pediu para que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) aumente a produção em pelo menos 1,5 milhão de barris por dia ajudou a acalmar os ânimos do mercado. O dólar foi o principal beneficiado com a notícia de que foram criados mais empregos nos Estados Unidos do que era esperado, divulgada na última sexta-feira. A moeda americana apresentou suave alta frente ao euro e ao iene. Empregos nos EUA Segundo o Departamento de Comércio dos Estados Unidos, foram criados 288 mil novas vagas no país em abril. Já a empresa de consultoria Merrill Lynch calcula que cerca de 708 mil novos empregos foram gerados entre fevereiro e abril, e acredita que o Fed vai aumentar os juros caso esse número chegue a 1 milhão até o fim de maio. Enquanto se espera que os efeitos desse aumento nas taxas não sejam imediatos, há preocupações de que ele amorteça o consumo e os gastos corporativos. Os mercados europeus têm reagido nos últimos 18 meses, com uma suave recuperação dos lucros pelas empresas em meio a uma onda otimista de que as exportações para os Estados Unidos vão ser favorecidas pelo crescimento econômico do país. |
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