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Economia britânica desacelera no primeiro trimestre | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A economia britânica encerrou o primeiro trimestre de 2004 com um crescimento de 0,6%, contra 0,9% registrado no último trimestre do ano passado. O crescimento ficou abaixo do previsto pelo Banco Central da Grã-Bretanha, que esperava uma alta de 1,1%. O mercado aguardava um aumento de 0,7%. A queda no ritmo de crescimento foi ocasionada pela fraca performance da produção industrial, que caiu 0,5% entre janeiro e março. Na taxa anualizada, os resultados preliminares apontaram que o Produto Interno Bruto (PIB) da Grã-Bretanha cresceu 3%. Juros O crescimento da economia britânica, embora tenha ficado abaixo do previsto, ainda está dentro das metas do Ministério das Finanças da Grã-Bretanha de expansão de 3% a 3,5% para o ano inteiro. Essa performance deve levar o Banco Central britânico a aumentar a taxa básica de juros, no próximo mês, de 4% para 4,25% ao ano. A instituição já deu sinais de que acredita que a economia britânica está crescendo muito rápido para manter a inflação sob controle. A previsão de alguns economistas é que a taxa de juros termine o ano no patamar de 5%. O FMI e a OECD esperam que o crescimento econômico na Grã-Bretanha continuará acelerado, estimulado pela recuperação da economia mundial e pelo déficit orçamentário. A expectativa do FMI é que o PIB britânico cresça 3,5% neste ano. No entanto, o Fundo alertou que o mercado imobiliário britânico está com risco de superaquecimento e que uma forte queda nos preços das residências poderia afetar negativamente a economia doméstica. |
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