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Criação de empregos supera previsões nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A economia dos Estados Unidos criou 308 mil novas vagas de emprego em março, no melhor resultado dos últimos quatro anos. O número é quase três vezes superior às expectativas do mercado, que estimava algo entre 108 mil e 120 mil. Os dados divulgados nesta sexta-feira podem representar o fim dos temores de que a recuperação econômica americana não resultaria na criação de empregos. A informação é também uma boa notícia para o presidente George W. Bush, já que a criação de postos de trabalho é um dos principais temas da campanha para a eleição presidencial de novembro. Índice de desemprego O setor que mais ajudou na criação de novas vagas foi o de serviços, com 230 mil novos empregos, seguido da construção civil (71 mil) e do comércio (47 mil). A indústria não criou novos postos de trabalho, mas também não perdeu, ao contrário do que vinha ocorrendo nos últimos meses. "No balanço geral, é um levantamento muito forte", disse o economista Kurt Karl, chefe do departamento de pesquisa da seguradora Swiss Re em Nova York. "Todos estávamos aguardando este número, e finalmente ele chegou." Apesar do grande número de empregos criados em março, o índice de desemprego acabou aumentando nos Estados Unidos, de 5,6% a 5,7%. Economistas dizem, no entanto, que isso é comum em épocas de recuperação da economia, já que mais gente que havia se retirado do mercado de trabalho volta a procurar um emprego – condição para ser incluído nos levantamentos que medem o número de desempregados em um país. |
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