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Atualizado às: 10 de março, 2004 - 09h45 GMT (06h45 Brasília)
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Queda de juros já surtiu efeito, diz economista do HSBC

Reais
Para economista, indicadores mostram retomada do crescimento
Tanto no Brasil quanto em Wall Street, o mercado espera com expectativa a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) da semana que vem, em que deve ser discutida uma mudança na atual taxa de juros brasileira, mantida em 16,5% desde dezembro.

Em uma visita a Nova York na terça-feira, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, se recusou a comentar a possível decisão do Copom sobre os juros, dizendo que "existe uma regra de boa governança de que o BC não deve falar sobre inflação e juros na semana anterior (à reunião) do Copom".

Mas segundo o economista-chefe para América Latina do banco HSBC, Paulo Vieira da Cunha, o Copom não deve reduzir os juros na semana que vem.

"Acho que já caiu dez pontos porcentuais, mil pontos-base, e esse impacto está surtindo efeito. Há um problema localizado de inflação, é importante contornar esse problema, mas a expectativa de médio prazo não se alterou."

Otimismo

"A expectativa de qual vai ser a taxa de juros no final do ano, entre 13% e 14%, essa não se altera há várias semanas. Portanto, em termos da perspectiva de investimento, em termos da perspectiva de crescimento, não há uma alteração da política econômica", disse Vieira da Cunha.

"Acho que o cenário econômico continua bastante positivo", continuou. "Todos os indicadores são de que a retomada do crescimento está aí. Ela está chegando e acredito que houve uma pausa na queda da taxa de juros que está perfeitamente bem colocada por problemas de inflação que são sérios, porém localizados."

Para Vieira da Cunha, é preciso "fazer uma pequena pausa no processo de queda de juros, que já tem sido muito acelerado".

Por sua vez, Meirelles – que participou de um evento em Nova York na terça-feira – disse que o Banco Central está monitorando o mercado.

Ele confirmou que o BC está avaliando a possibilidade de comprar dólares para compor suas reservas – algo que não acontece há cerca de um mês.

Segundo o presidente do BC, a instituição "olharia as condições do mercado, e não adicionaria volatilidade ao mercado" e vai sempre estar atenta "a oportunidades e ao momento adequado" de comprar dólares.

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