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Atualizado às: 05 de março, 2004 - 22h31 GMT (19h31 Brasília)
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Criação de novos empregos decepciona nos EUA
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush
O estado da economia deve ser um dos assuntos de campanha do presidente Bush
Segundo números do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, 21 mil novos empregos foram criados no país em fevereiro - bem abaixo do previsto por analistas.

A declaração, que mostrou que a economia americana não está se recuperando como o esperado, foi seguida por uma queda na cotação da moeda americana.

Muitos observadores esperavam que as estatísticas de fevereiro fossem uma prova final de que as empresas estavam otimistas com a retomada do crescimento da economia americana e que, portanto, haviam começado a contratar novamente.

Economistas temem que lento crescimento de vagas de trabalho faça com que os consumidores gastem menos.

Lentidão

As notícias fizeram com que o euro valorizasse para mais de US$ 1,24. A libra esterlina se valorizou 1,3% e chegou a US$ 1,84.

O índice Dow Jones caiu um pouco no início do dia, mas fechou estável.

A economia americana tem registrado crescimento nas vagas de trabalho nos últimos seis meses, mas em um ritmo muito lento.

Analistas esperavam que cerca de 125 mil vagas fossem criadas em fevereiro.

"O Fed (o banco central dos Estados Unidos) não vai mudar sua política monetária até que perceba que os postos de trabalho estejam crescendo substancialmente por vários meses", disse David Resler, economista-chefe da empresa de segurança Nomura.

Gastos

Os números de janeiro, que mostravam que as empresas haviam contratado mais de 112 mil pessoas, foram revisados e foi constatado que apenas 97 mil novas vagas foram criadas. Em dezembro, 8 mil postos foram criados - contra os 16 mil que haviam sido divulgados.

A taxa de desemprego no país continua em 5,6%.

"Esse é um relatório decepcionante", disse Joel Naroff, da consultoria Naroff. "A economia precisa de novas vagas para que as pessoas voltem a consumir."

Os números divulgados podem aumentar ainda mais a pressão sobre o presidente George W. Bush, que tenta a reeleição em novembro.

O Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, John Snow, disse que as estatísticas de fevereiro ressaltam a importância de o país manter o corte de impostos que o presidente Bush introduziu.

"Os números mostram que precisamos manter a economia crescendo e reforçam a nossa visão de que seria um erro aumentar os impostos, o que afetaria as famílias e empresas americanas que estão trabalhando para criar empregos", disse ele.

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