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Vendas no varejo caem nos Estados Unidos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As vendas de varejo nos Estados Unidos caíram em janeiro pela primeira vez em quatro meses. Dados do Departamento de Comércio dos Estados Unidos mostram uma queda de 0,3% nas vendas de varejo no mês passado, para US$ 322,67 bilhões. O motivo para a queda foi uma retração na venda de automóveis. A maioria dos analistas esperava que os consumidores, que foram os responsáveis pelo impulso na economia nos últimos três anos, mantivessem o mesmo ritmo de compras de dezembro. No setor de veículos essa previsão não se confirmou. No entanto, excluindo os automóveis, as vendas de varejo registaram um aumento de 0,9% em janeiro, com fortes vendas de roupas e alimentos. Os números foram revelados um dia depois do presidente do Banco Central americano, Alain Greenspan, ter dito que a economia estava crescendo de forma vigorosa e ter indicado que não vê a necessidade de subir as taxas de juro no curto prazo. As vendas de veículos caíram 3,9%. Em vários outros setores, as vendas foram impulsionadas por um inverno frio. Os analistas de mercado dizem que, excluindo a flutuação causada pela fraca venda de automóveis, os números surpreenderam positivamente. Elizabeth Denison, economista na Dresdner Kleinwort Wassertein, disse que ficaram "um pouco surpreendidos com os dados, mais fortes do que esperavam”. "Mas as vendas das grandes lojas já apontavam de alguma maneira nessa direção recentemente. "Obviamente é um bom mês para as vendas de varejo. Agora, foram em parte vendas finais de inverno e tivemos um tempo frio em janeiro que ajudou. "A questão no momento é qual será o ímpeto das vendas com o fim desse inverno." |
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