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Atualizado às: 11 de fevereiro, 2004 - 21h52 GMT (19h52 Brasília)
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Mercosul e Europa estão mais próximos de acordo agrícola

OMC
Organização é palco de debates sobre agricultura
Uma rodada de negociações nesta quarta-feira em Genebra colocou a União Européia e o Mercosul mais próximos de um acordo de livre comércio.

Os europeus confirmaram que vão apresentar ofertas agrícolas adicionais tanto ao Mercosul, como também na Organização Mundial de Comercio (OMC).

Bruxelas quer calibrar as duas ofertas, porque diz que só tem um bolso para fazer concessões.

Para negociadores brasileiros, houve um sinal político forte de engajamento europeu para que a negociação birregional termine em outubro, como estava inicialmente previsto.

Mas o Mercosul deixou claro que precisa saber primeiro os detalhes da nova oferta agrícola, para então decidir se dá o passo pedido pelos europeus, que é de ampliar a abertura em setores como serviços (telecomunicações, bancos, energia etc) para as companhias européias.

Mesmo que isso ocorra, porém, alguns problemas continuam.

O Brasil reclama que a decisão da União Européia de voltar a subsidiar as exportações de carne suína afeta diretamente as exportações brasileiras para terceiros mercados, e dá um sinal errado para as negociações comerciais.

A questão será tratada nesta quinta-feira em reunião da UE com o G-20, grupo de países emergentes liderado pelo Brasil, quando serão testados os limites da flexibilidade de cada lado na busca do acordo para a liberalização.

O Brasil quer também que Bruxelas aumente a cota para suas exportações de café solúvel, por causa da entrada de dez novos países no bloco europeu a partir de maio. A cota hoje é de 14 mil toneladas, com isenção tarifária.

Nesta quarta-feira, na OMC, tanto europeus como americanos e brasileiros mantiveram o compromisso de tentar concluir as negociações globais até o final do ano. Mas mesmo Hong Kong, que se propôs a sediar a próxima conferência de ministros de comércio, acha difícil que o acordo ocorra até dezembro.

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