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Atualizado às: 28 de outubro, 2003 - 21h20 GMT (19h20 Brasília)
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Banco Central dos EUA mantém juros inalterados
Alan Greenspan
Principal preocupação de Greenspan seria queda excessiva da inflação

O Federal Reserve (Fed, banco central americano) decidiu manter a taxa básica de juros em 1% ao ano em uma reunião nesta terça-feira.

O comitê formulador de políticas do banco justificou a decisão unânime, que já era esperada pelo mercado, alertando para o temor de que a inflação caia "demais".

Acredita-se que uma inflação menor do que a atual, de 1,2%, poderia tirar a flexibilidade do Fed para agir.

"O comitê julga que o risco de a inflação se tornar indesejavelmente baixa continua sendo a principal preocupação para o futuro próximo", diz o comunicado oficial do comitê, divulgado após a reunião.

A taxa básica de juros é a adotada para empréstimos entre bancos. Com base nela é que são estabelecidos os juros cobrados de empresas e pessoas que buscam financiamentos, por exemplo.

Cortes

A taxa de 1% foi estabelecida em junho, quando o Fed realizou o último de uma série de 13 cortes iniciado em 2001 para fomentar o crescimento da economia americana.

O Banco Central americano destacou, no entanto, que as "evidências" apontam para a consolidação da recuperação da economia americana. "Os gastos estão se firmando e o mercado de trabalho parece estar se estabilizando", diz o comunicado do Fed.

Apesar da melhora em índices como o de volume de encomendas à indústria, analistas acreditam que o Fed queira esperar por mais sinais positivos antes de elevar a taxa de juros, que estão no seu patamar mais baixo em 45 anos.

A principal preocupação seria com os mais de um milhão de pessoas – ou cerca de 6,1% da força de trabalho – que continuam desempregadas nos Estados Unidos.

Segundo o Fed, a recuperação da economia americana continuará ameaçada enquanto houver altos níveis de desemprego.

Até agora, no entanto, fornecedores têm conseguido atender a uma demanda crescente de produtos e serviços sem contratar novos funcionários.

Uma das razões disso seria o grande aumento de produtividade que, na opinião de alguns analistas, impõe um limite à redução do desemprego no país.

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