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Ex-advogado de Jackson diz que já suspeitava de família | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um ex-advogado de Michael Jackson disse durante o julgamento do cantor que sempre suspeitou que a família do menino que o acusa de abuso sexual tentaria "extorquir" o seu ex-cliente. Mark Geragos, que assessorava Jackson em 2003, disse que estava tão preocupado com essa possibilidade que resolveu contratar um detetive particular para vigiar a família de Gavin Arvizo, o adolescente que diz ter sido molestado pelo cantor quando tinha 13 anos. Geragos, que retomou depoimento iniciado na semana passada, disse que temia que a família "fosse aos tablóides" para vender uma história falsa ou a um advogado para processar Jackson. "A minha preocupação na época era que acusações seriam feitas, alguma história forjada", afirmou o advogado ao tribunal de Santa Maria, na Califórnia, onde está sendo realizado o julgamento. Geragos disse que contratou o investigador particular para descobrir o que a família estava fazendo e com quem vinha se encontrando. O advogado, que construiu a sua reputação defendendo réus famosos, recebeu autorização para interromper o seu testemunho na semana passada por causa de compromissos com outros clientes. Na sexta-feira passada, ele havia dito ao júri que acredita que Michael Jackson tenha um amor infantil e inocente por jovens que nunca se expressou de forma inapropriada. O testemunho do ex-advogado de Jackson foi marcado por discussões acaloradas entre ele e o promotor Ron Zonen. Zonen perguntou a Geragos se ele havia colocado a família Arvizo sob vigilância porque temia que Gavin Arvizo "voltaria para a cama de Michael" depois da exibição do documentário que detonou a investigação sobre Jackson. No programa exibido na TV britânica, o cantor aparece de mãos dadas com a sua suposta vítima e admite dividir a sua cama com crianças. A promotoria também argumentou que as fitas gravadas pelo investigador particular faziam parte do plano de Jackson e seus assessores de manter a família refém – uma das dez acusações feitas contra o cantor. Se condenado, Jackson pode pegar até 20 anos de prisão. |
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