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Juiz rejeita testemunho de Larry King no caso Jackson | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O juiz que preside o julgamento do cantor Michael Jackson, Rodney Melville, rejeitou o testemunho do apresentador de TV Larry King. Melville argumentou que o testemunho de King não era relevante para o caso. Esperava-se que o apresentador do programa da CNN Larry King Live dissesse ao tribunal que um advogado da família do menino que acusa Jackson de abuso sexual havia expressado dúvidas sobre a credibilidade dos seus clientes. Segundo a agência de notícias Associated Press (AP), o juiz tomou a decisão depois de ouvir o relato de King sobre a conversa que teve com um advogado que representou a família, Larry Feldman. 'Esquisita' Nesse relato, que não foi presenciado pelo júri, King afirmou que o advogado teria dito que a mãe de Gavin Arvizo estava sem dinheiro. O apresentador disse que procurou Feldman antes do julgamento porque queria que ele fosse ao seu programa de entrevistas. Segundo King, Feldman lhe disse que não aceitou o caso de Janet Arvizo porque não confiou nela. "Ele a chamou de esquisita e disse que ela só está interessada no dinheiro", afirmou King nesse depoimento. De acordo com a AP, o advogado Feldman já depôs como testemunha de acusação e negou ter dito isso sobre a família Arvizo. Larry King tem abordado o caso Michael Jackson regularmente em seu programa. Na quarta-feira, um primo do cantor, de 12 anos, afirmou que viu Gavin Arvizo assistindo a imagens pornográficas e tocando suas partes íntimas, no rancho de Neverland. Correspondentes da BBC nos Estados Unidos dizem que o testemunho do garoto foi uma tentativa de mostrar que Gavin já tinha consciência de sua sexualidade na época em que o suposto abuso teria ocorrido. |
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