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Cannes 2005 promove a volta do 'cinema de arte' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Festival de Cinema de Cannes deste ano deve voltar a coroar o cinema de arte feito por diretores independentes como Gus Van Sant, Lars Von Trier, Wim Wenders e Jim Jarmush. "Vemos um retorno de um certo classicismo, dos grandes autores", disse Thierry Fremeaux, diretor artístico da competição. “No ano passado queríamos mostrar a importância dos documentários e filmes de animação.” Na última edição, foi dado um maior destaque para títulos americanos como Fahrenheit 11 de Setembro (o vencedor), Shrek 2 e Matadores de Velhinha. Os favoritos O Festival de Cannes é considerado um trampolim para o lançamento de filmes produzidos fora de Hollywood. Gus Van Sant, ganhador da Palma de Ouro em 2003 com Elefante, vai mostrar o filme Last Days, um drama sobre um roqueiro que apresentaria similaridades com o líder morto do Nirvana, Kurt Cobain. Von Trier, que venceu o festival no ano 2000 com Dançando no Escuro, volta com Manderlay, a segunda parte de sua trilogia americana, da qual Dogville é o primeiro filme. Participando pela primera vez do evento desde 1997, Wim Wenders, volta com o filme Don´t Come Knockin’. Ele havia vencido em 1984, com Paris, Texas. O diretor de Daumbailó, Jim Jarmursh, concorre com Broken Flowers, estrelando Bill Murray no papel de um homem que percorre os Estados unidos em busca do filho que ele não sabia que tinha. David Cronenberg mostra o filme History of Violence, com Ed Harris e William Hurt. |
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