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'Fahrenheit 9/11' será lançado nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O documentário Fahrenheit 911, que levou a Palma de Ouro do Festival de Cinema de Cannes, conseguiu uma distribuidora nos Estados Unidos e deve estrear no dia 25 de junho. Os irmãos Bob e Harvey Weinstein, da Miramax, formaram uma nova empresa para comprar os direitos do filme da Disney, que produziu o filme mas se recusou a lançá-lo aparentemente por razões políticas. O diretor do documentário, Michael Moore, que não esconde sua posição anti-Bush, agradeceu aos irmãos Weinstein. Ao receber o prêmio em Cannes, Moore havia dito que esperava lançar o filme nos Estados Unidos antes das eleições presidenciais do país. 'Elenco' Irônico, Moore também agradeceu aos membros do governo Bush por "atuarem" em seu documentário. "Em nome do meu elenco estrelado – GW, Dick, Rummy, Condi e Wolfie – agradeço a essa coalizão inacreditável que quer trazer Fahrenheit 911 para o público", disse. O filme critica a maneira como os Estados Unidos respondeu aos ataques de 11 de setembro de 2001 a Nova York e Washington, além de sugerir uma ligação financeira entre a família Bush e a de Osama Bin Laden. Michael Moore já ganhou um Oscar por outro documentário, Tiros em Columbine, em que aborda a questão do porte de armas nos Estados Unidos. |
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