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'A Paixão de Cristo' chega ao Oriente Médio | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O polêmico filme A Paixão de Cristo, de Mel Gibson, foi lançado em alguns países do Oriente Médio. A produção, que mesmo do lançamento vinha sendo acusada de ser anti-semita, estreou na Síria, na Jordânia e no Líbano, mas não em Israel. "Dado o estrago que ele fez para as relações judáico-cristãs, não queria ser Mel Gibson no dia do juízo final", escreveu um proeminente escritor em um artigo publicado na imprensa israelense. A Saphira Films, empresa que detém os direitos de distribuição do filme em Israel, informou que "este não é o momento apropriado para exibi-lo". Na semana passada, A Paixão de Cristo, que conta as últimas 12 horas de vida de Jesus, fez sua estréia na França, onde foi acusado por judeus do país de poder incitar uma onda de anti-semitismo. O filme recebeu críticas até mesmo do alto clero da Igreja Católica na França. O arcebispo de Paris, o cardeal Jean-Marie Lustiger, viu A Paixão de Cristo e disse que o grau de violência do filme é "ridículo". Mesmo com as críticas, A Paixão de Cristo já é uma das produções de maior sucesso nas bilheterias dos Estados Unidos, onde entrou em cartaz na quarta-feira de cinzas. |
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