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Atualizado às: 25 de julho, 2007 - 14h16 GMT (11h16 Brasília)
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Expedição russa segue para a conquista do Ártico
Ártico
Submarino vai seguir navio quebra-gelo até o Ártico
A Rússia está enviando um minissubmarino para explorar o leito do oceano sob o Pólo Norte e encontrar evidências que apóiem sua reivindicação por território no Ártico.

Entre a equipe que planeja mergulhar a 4,2 mil metros de profundidade no Oceano Ártico no domingo, estão dois parlamentares. Um deles é o explorador veterano Artur Chilingarov.

O submarino Acadêmico Fiódorov, que partiu do porto de Murmansk, no Mar de Barents, na terça-feira, segue um navio quebra-gelo movido a energia nuclear.

O derretimento de gelo no Ártico desperta esperança de acesso a reservas de energia na região.

A Rússia reclama uma vasta área no Ártico que, acredita-se, possui reservas de petróleo, gás e minérios. Mas outras nações, inclusive os Estados Unidos, contestam a posição russa.

O governo russo argumentou diante de uma comissão da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2001 que as águas de sua costa norte eram, na verdade, uma extensão de seu território marítimo.

A alegação é baseada no argumento de que um tipo de relevo submerso, conhecido como Cordilheira de Lomonosov, é uma extensão de seu território.

A ONU ainda não anunciou uma decisão sobre o assunto.

Prova geológica

Uma equipe à bordo do minissubmarino Mir deverá realizar experiências científicas e fazer medições no leito do mar.

Segundo notícias, ela também deverá colocar no Ártico uma bandeira russa e uma cápsula com uma mensagem para as futuras gerações.

"O Ártico é nosso e nós deveríamos mostrar nossa presença", disse Chilingarov à TV russa.

Seu colega, o parlamentar Vladimir Gruzdev, afirmou: "Nós precisamos lembrar ao mundo todo que a Rússia é uma grande potência polar e científica."

A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar permite aos países uma zona econômica de 200 milhas náuticas que, em alguns casos, pode ser ampliada, dependendo de questões de relevo marinho.

No momento, a plataforma de nenhum país se prolonga até o Pólo Norte, então há uma área internacional em torno do pólo administrada pela International Seabed Authority (ISA, em inglês, uma organização autônoma internacional estabelecida sob os auspícios da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar).

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