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Bush pede mais esforços por vacina para gripe aviária | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos EUA, George W. Bush, pediu nesta sexta-feira a fabricantes farmacêuticos que aumentem os esforços para produzir uma vacina contra a gripe aviária. Bush fez o pedido durante reunião com executivos de companhias como Merck, GlaxoSmithKline e Sanofi-Aventis. Segundo o correspondente da BBC em Washington James Coomarasamy, o envolvimento do presidente indica que a doença vem adquirindo mais importância na agenda da Casa Branca diante dos alertas de especialistas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu nesta semana que a doença, que já matou 60 pessoas na Ásia, pode se transformar em uma pandemia entre seres humanos. Antigripais Na semana passada, o Senado americano já havia autorizado a liberação de US$ 4 bilhões para a compra de antigripais. "Não é segredo que a nossa produção doméstica de vacinas não é o que precisa ser", afirmou o secretário de Saúde e Serviços Humanos Mike Leavitt, segundo a agência de notícias France Presse. "Nós precisamos melhorar nessa área." Atualmente não existe uma vacina contra a gripe aviária, mas se acredita que antivirais convencionais poderiam ajudar a conter um eventual surto da doença entre humanos. No entanto, não há estoques de vacinas suficientes nem para combater gripes convencionais. Poucas companhias produzem esse tipo de medicamento, porque os vírus estão em constante mutação e milhões de doses podem simplesmente não ser usadas. O encontro na Casa Branca coincidiu com uma reunião, organizada pelo Departamento de Estado americano, com especialistas da ONU e representantes de 80 países para tentar formular uma resposta global a uma possível pandemia. A Romênia registrou os seus primeiros casos de gripe aviária na sexta-feira, depois que três patos foram encontrados mortos depois de serem infectados pelo vírus no delta do rio Danúbio. Os cientistas temem que o vírus da gripe aviária se combine com uma versão que atinge seres humanos e se espalhe com mais facilidade. Não há indícios até agora, no entanto, de transmissão de uma pessoa para outra. |
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