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Egito fará testes para resolver mistério de Tutancâmon | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo egípcio aprovou a realização de testes nos restos mortais do faraó Tutancâmon para resolver o mistério sobre a causa da morte do monarca, que viveu há mais de três mil anos. Pela primeira vez, os restos mumificados do faraó – seu crânio, ossos do peito e outros dois - vão ser transferidos de sua tumba no Vale do Reis, em Luxor, para o Museu Egípcio, no Cairo, onde os testes serão realizados. Nunca se soube ao certo se Tutancâmon morreu devido a uma doença ou foi assassinado. Quando seu sarcófago foi aberto pela última vez, em 1968, um exame de raio X revelou a presença de um fragmento de osso em seu crânio, o que fez aumentar as especulações de que sua morte foi provocada por alguém. No entanto, há outros indícios que sustentam a hipótese de que Tutancâmon estava com um problema de saúde. Tesouros “Nós vamos descobrir qualquer doença que ele tenha tido, qualquer tipo de ferimentos teve e sua idade verdadeira”, disse o estudioso Zahi Hawass à agência de notícias Reuters. A tumba de Tutancâmon, um faraó que morreu ainda na sua adolescência, foi descoberta em 1922 no Vale dos Reis. Junto com seus restos, foi encontrada uma máscara mortuária de ouro e outros tesouros que fazem hoje parte do acervo do Museu Egípcio. Os restos de Tutancâmon devem ser levados para o museu no final deste mês. |
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