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Congressistas dos EUA cortam verbas para o espaço | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma comissão da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos decidiu reduzir o orçamento reservado a projetos relacionados à exploração do espaço, ao meio ambiente e à ciência para o ano que vem. De acordo com um correspondente da BBC em Washington, se o corte for agora aprovado pelo resto do Congresso e pelo presidente, ele poderá significar pelo menos US$ 1 bilhão a menos para os programas para enviar missões tripuladas ao espaço. O dinheiro seria desviado para melhorar a assistência de saúde aos veteranos de guerra do país. A decisão de reduzir o orçamento para exploração do espaço foi tomado no mesmo dia em que foram lembrados os 35 anos da chegada do homem à Lua. Cortes para Marte Em janeiro, o presidente americano, George W. Bush, apresentou seu plano de voltar a enviar uma missão tripulada à Lua e ir além, enviando astronautas pela primeira vez a Marte. De acordo com a agência de notícias Reuters, a comissão da Câmara dos Representantes manteve as verbas pedidas por Bush para o programa do ônibus espacial e para o programa de exploração de Marte com sondas robotizadas, mas rejeitou parte da verba pedida para o projeto de exploração humana do Planeta Vermelho. No total, a Nasa, cujo orçamento pedido para o ano que vem é de US$ 16,2 bilhões, receberia US$ 229 milhões a menos do que o recebido neste ano e US$ 1,1 bilhão a menos do que o pedido pelo presidente americano. As missões tripuladas da Nasa ao espaço estão suspensas desde fevereiro do ano passado, quando sete astronautas morreram em um acidente com o ônibus espacial Columbia. Em janeiro, Bush disse que astronautas estariam de volta à Lua até 2020 e lá iriam estabelecer uma base que permitiria a exploração de Marte no futuro. |
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