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Noruega proíbe o fumo em locais públicos fechados | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Noruega se tornou nesta terça-feira o segundo país do mundo a banir, em nível nacional, o fumo em locais públicos fechados. Governo norueguês alega que a proibição é necessária para proteger dos males do fumo passivo pessoas em seus locais de trabalho, como os funcionários de bares e restaurantes. De acordo com o correspondente da BBC na Noruega Lars Bevanger, como o fumo ainda é permitido ao ar livre, os restaurantes com mesas na calçada devem ficar lotados de clientes que não abrem mão do hábito. Mas os fumantes vão ter que enfrentar as baixas temperaturas para fumar quando o inverno chegar ao país, no fim do ano. Apoio O único outro país do mundo a banir o fumo em locais públicos fechados é a Irlanda, que adotou a medida em março. Lars Bevanger disse que muitos noruegueses ficaram contrariados quando o governo norueguês indicou a possibilidade de impor a proibição. No entanto, a idéia foi depois melhor absolvida pela maior parte da população que, depois de ver o sucesso da prática na Irlanda, hoje aprova a mudança, explicou o repórter.
“Eu acho que é uma ótima idéia. Você sair (do restaurante ou bar) para respirar um pouco de ar fresco é OK. Na Noruega, nós temos boas roupas e por isso eu não vejo nenhum problema”, disse um fumante norueguês à BBC. Exemplo Na Irlanda, um relatório divulgado nesta segunda-feira indicou que 97% dos locais inspecionados estavam seguindo a nova regulamentação no tocante ao fumo. Desde que a proibição foi imposta, 96% dos pubs e restaurantes passaram impor a prática a seus clientes e 89% deles instalaram placas indicando que o fumo é proibido, como exige a lei. O relatório também indica que mais não-fumantes estão agora freqüentando os pubs. “A introdução bem-sucedida da nova medida reflete o apoio generalizado da opinião pública e a boa vontade (de todos) para que tenhamos um ambiente saudável e livre do fumo nos locais de trabalho”, disse o ministro da Saúde irlandês, Michael Martin. |
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