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Governo chinês confirma novos casos de Sars | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois novos casos de Sars e uma morte supostamente ligada à doença foram confirmados nesta sexta-feira pelo governo chinês. Um dos casos confirmados é o de uma estudante de medicina, de 26 anos, identificada pelo sobrenome Song. Ela estava conduzindo uma pesquisa no Centro de Controle de Doenças, em Pequim, durante duas semanas. Ao voltar para sua casa, na província de Anhui, ele foi hospitalizada com febre e sua mãe, que a acompanhou, morreu nesta semana. A autópsia ainda não foi realizada para investigar se a Sars (sigla em inglês para Síndrome Respiratória Aguda Grave) foi a causa da morte. Também há suspeitas de infecção em um pesquisador de 31 anos que estava trabalhando no Centro de Controle de Doenças. Quarentena O outro caso confirmado é o da enfermeira Li Na, de 20 anos, que trabalhava no departamento respiratório do hospital Jiangong, onde Song chegou a ser rapidamente tratada antes de viajar para Anhui. Um funcionário do hospital afirmou que todos os colegas que tiveram contato com Li Na estão em quarentena. Em um comunicado, o ministro da Saúde da China afirmou: “Especialistas chegaram à conclusão temporária que esse novo surto pode estar ligado à infecção no laboratório”. Mais de cem pessoas que tiveram contato com os casos da província de Anhui estão sob observação. O governo anunciou que estava em campanha emergencial de combate à doença e que qualquer pessoa com febre deveria entrar em quarentena. O primeiro caso de Sars na China foi registrado na província de Guangdong, em 2002. Oito mil pessoas foram infectadas e 800 morreram. Os cientistas já haviam previsto que uma nova epidemia de Sars poderia surgir, mas não na mesma escala de 2002 e 2003. |
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