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Provedores dos EUA abrem guerra contra 'lixo eletrônico' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Microsoft, AOL, Yahoo e Earthlink, quatro dos maiores provedores de internet dos Estados Unidos entraram juntos na Justiça para combater o envio de e-mails não solicitados, também conhecidos como spam. O alvo das ações são os maiores responsáveis pelo envio desse lixo eletrônico que congestiona o tráfego de informações na internet. As empresas puderam dar início à batalha judicial depois de uma mudança na legislação dos Estados Unidos, no início do ano. "O Congresso nos deu as ferramentas necessárias para perseguir os remetentes desses e-mails. E a indústria não perdeu tempo, tomando medidas rápidas para tirar proveito da nova lei", explicou Randall Boe, advogado da AOL. Os quatro provedores estão cooperando entre si, compartilhando informações e recurso na caça ao spam. Transparência A nova lei obriga que os e-mails não solicitados sejam dotados de um mecanismo através do qual o destinatário pode recusar o recebimento de novos spams. Ela também proíbe que o remetente esconda sua identidade e seu endereço, além de exigir que o campo de assunto do e-mail seja claro e exprima a verdadeira intenção da mensagem. Estima-se que o spam responda por pelo menos 40% de todos os e-mails enviados. De acordo com o grupo anti-spam Spamhaus, 90% desse lixo eletrônico pode ser rastreado e é enviado por apenas 200 "gangues do spam". Entre os temas mais comuns desses e-mails estão venda de Viagra, diplomas universitários, produtos para emagrecer, para melhorar o desempenho sexual, artigos pornográficos, além da oferta de empréstimos e de tratamento de calvície. |
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