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Proteína impede infecção pelo HIV, diz estudo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cientistas americanos descobriram uma proteína em macacos que pode bloquear infecções pelo vírus da Aids. A equipe, do Instituto de Câncer Dana-Farber espera que a descoberta possa levar a novas formas de prevenir que humanos sejam contaminados pelo HIV. Eles acreditam que uma molécula parecida, existente em humanos, também possa bloquear o HIV. Em artigo publicado na revista científica Nature, no entanto, eles reconhecem que é necessário que se encontre uma maneira de tornar a proteína humana tão potente quanto a versão dos macacos. Variação genética A molécula batizada de TRIM5-alpha patrulharia o corpo atrás de vírus. Quando os encontra, ela impediria de causar danos. Células humanas contêm uma proteína parecida, mas menos eficiente. É possível que a potência da TRIM5-alpha varie entre indivíduos por causa de diferenças genéticas. Isso explicaria porque, em algumas pessoas infectadas com o HIV, a doença progride rapidamente, enquanto outras permanecem saudáveis por décadas. Dois caminhos A chave para usar a molécula em novos remédios é encontrar maneiras de aumentar a sua eficiência. Os cientistas não descartam a possibilidade de dar aos pacientes a versão mais potente, dos macacos. Keith Alcorn, editor do website aidsmap.com, disse que "existem dois caminhos possíveis para o desenvolvimento de um tratamento baseado nessa descoberta". "Um é estimular o corpo humano a aumentar a produção dessa proteína, e o outro é fazer uma versão que possa ser usada como remédio." |
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