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FAO nega ter encontrado gripe do frango em porcos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A agência da ONU para agricultura e alimentação (FAO, na sigla em inglês) disse nesta sexta-feira que não há provas de que o vírus que causa a gripe do frango tenha sido encontrado em porcos. O anúncio contradiz uma declaração feita inicialmente pelo diretor da FAO no Vietnã, Anton Rychener. Ele havia dito que evidências apontavam a presença do vírus nas cavidades nasais de porcos na área de Hanói. O escritório da FAO em Roma afirmou que não viu dados que sugerissem que os porcos estivessem ajudando a espalhar o vírus. A agência acrescentou que os testes aos quais Rychener havia se referido não foram feitos de acordo com padrões internacionais e seus resultados devem ser tratados com cautela. Mortes Segundo um especialista de doenças animais da FAO, não seria surpresa encontrar traços do vírus H5N1 em porcos em qualquer lugar do mundo. No entanto, de acordo com o perito, isso não significaria necessariamente que eles estariam infectados ou que poderiam transmitir a doença. Dezoito pessoas morreram até agora em função da gripe do frango na Tailândia e no Vietnã, mas não há evidências de que a doença possa ser transmitida entre humanos. Os cientistas, no entanto, não descartam a possibilidade de que o vírus possa ser transmitido para humanos através de porcos ou outros mamíferos, o que já teria ocorrido em epidemias passadas de gripe humana. |
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