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'Coquetel' pode ser nova arma contra malária
Uma equipe de cientistas de vários países anunciou ter descoberto uma nova arma no combate à malária: um coquetel que combina medicamentos modernos com um medicamento ancestral chinês. O Grupo de Estudos Internacional da Artemísia, formado por especialistas em malária em todo o mundo, publicou um artigo na revista médica The Lancet, com as conclusões de uma pesquisa envolvendo quase 6 mil pessoas. Os cientistas realizaram 16 testes desde 1992 – 12 deles na chamada África Sub-Saariana, três na Tailândia e um no Peru. Os pacientes receberam doses de artemísia junto com a medicação tradicional alopática contra a malária, o que, segundo os pesquisadores, fez com que eles se curassem mais rapidamente e com menos chances de sofrer uma recaída. 'Baixo custo' "Se utilizada em larga escala, essa combinação de baixo custo pode trazer uma enorme contribuição para o combate à malária", afirmou o grupo de cientistas. A artemísia (Artemisia annua) é o extrato de uma planta que é utilizada na China há centenas de anos. Recentemente, ela chamou a atenção de especialistas no resto do mundo, que estão lutando para encontrar tratamentos alternativos contra a malária. Acredita-se que, a cada ano, 300 milhões de pessoas sejam infectadas pela doença e que cerca de 1 milhão de crianças morram em decorrência da malária. Além disso, o número de doentes que resistem aos remédios convencionais vem aumentando rapidamente. |
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