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Aids reduz expectativa de vida na África, diz relatório
A expectiva de vida em vários países africanos vem caindo devido à epidemia de Aids, segundo o relatório divulgado nesta quinta-feira pela Organização Mundial da Saúde. Em Moçambique, por exemplo, em 2001, a expectativa média de vida entre homens e mulheres era de 44,8 anos. Em 2002, esse número caiu para 42,6 anos. A queda também foi registrada, entre outros, na Suazilândia, onde em 2001 a população vivia em média 40,2 anos. Nos dados de 2002, a expectativa de vida caiu para 38,8 anos. Na República Democrática do Congo, em 2001, a expectativa era de 52,9 anos. Em um ano, caiu para 43,5 anos. Em contrapartida, na Suécia, a expectativa de vida da população é, em média, de 80,4 anos. Melhorando O Brasil está fazendo o caminho inverso. Em 2001, a expectativa de vida do brasileiro em geral era de 68,7 anos. Os dados de 2002 mostraram uma pequena elevação, passando para 68,9 anos. O IBGE divulgou no início do mês que a expectativa de vida dos brasileiros deve ter passado dos 70 anos. Ainda assim, o brasileiro tem uma expectativa de vida menor do que a maioria dos europeus ou até mesmo de vizinhos latino-americanos, como os argentinos (74,4 anos) e colombianos (71,8 anos). O relatório também apresenta a taxa de mortalidade infantil em todo o mundo. De acordo com a OMS, em 14 países africanos, a taxa de mortalidade de 2002 é a maior desde 1990. Um outro estudo apresentado no relatório mostra que 5 milhões de pessoas morrem por ano no mundo em conseqüência de doenças relacionadas ao fumo. O risco de mulheres morrerem durante o parto é 250 maior em países pobres do que nos ricos. No total, 500 mil mulheres morrem todos os anos no mundo devido a complicações no parto. |
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