Pai investiga morte de filha em excursão escolar em SP e caso tem reviravolta
O engenheiro João Carlos Natalini passou a última década tentando provar que a morte da filha não foi uma fatalidade.
Desde setembro de 2015, quando a adolescente Victoria Mafra Natalini, de 17 anos, desapareceu durante uma atividade escolar em Itatiba, no interior de São Paulo, ele assumiu um papel duplo: de pai e de investigador.
No início de fevereiro, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, condenar a escola Waldorf Rudolf Steiner, na capital paulista, a pagar indenização por danos morais de R$ 1 milhão para o pai de Victoria.
Isso representa, segundo ele, uma virada não apenas jurídica, mas também na longa batalha travada pela família.
Mas o caso não está encerrado. A expectativa da família agora se desloca para o campo criminal: a responsabilização dos envolvidos na organização da excursão e, principalmente, a identificação do autor do homicídio.




