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Crime e narcotráfico em discussão na Praia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Termina esta Quinta-Feira, na capital caboverdiana, o segundo atelier de formação regional das Nações Unidas contra a droga e o crime organizado na África Ocidental. Trata-se de mais uma iniciativa da ONUDC com vista a debelar ou travar o avanço desse tipo de criminalidade em África. Isto numa altura em que muito se tem falado e escrito sobre o assunto, nomeadamente, em países como a Guiné-Bissau e até Cabo Verde. Preocupações comuns Tal tipo de preocupação foi expresso nos últimos dias pelo representante da ONUDC em Dakar, António Mazitelli, que participou no Atelier de Formação Regional das Nações Unidas Contra a droga e o Crime Organizado. "O que nos preocupa mais é o impacto do tráfico da droga na região oeste-africana nos países que dela fazem parte", disse o funcionário da ONU. António Mazitelli foi recebido inclusivé, pelo Chefe de Estado caboverdiano, Pedro Pires, com quem pôde conversar sobre um projecto que a ONU e Cabo Verde estão a implementar no combate ao narcotráfico, bem como os problemas relacionados com o tráfico de drogas na Guiné-Bissau. Segundo aquele responsável da ONUDC em Dakar, Pedro Pires - pela sua trajectória pessoal e afinidade com o povo guineense - está ciente do que se está a passar na Guiné em matéria de narcotráfico. Mas a preocupação é mais ampla, explicou, dizendo que "desde o inicio do ano, verificamos importantes ocorrências em quase todos os países da região, principalmente da zona que vai da Mauritânia ao Benin." Iniciativas combinadas Este atelier é, segundo a representante das Nações Unidas na capital caboverdiana, Patrícia de Mobray, uma das várias iniciativas que a ONU tem procurado realizar na sua luta contra a droga e o crime. Até porque, acredita ela, esta pode ser um importante foco de desestabilização política em toda esta zona de África. E em relação a Cabo Verde, De Mobray acredita que esforços têm vindo a ser tomados no sentido de combater o narcotráfico, a lavagem de capitais e outras formas de conexas à droga. "Nós temos toda confiança em Cabo Verde. Cabo Verde tem a reputação de fazer o que é preciso", afirmou De Mobray. Durante os três dias em que este atelier decorreu os seus participantes e especialistas puderam abordar temas como o reforço das capacidades nacionais em matéria de recuperação de activos, combate à lavagem de capitais e à corrupção, mas também o que pode acontecer no que concerne à cooperação internacional sobre essas matérias. Realizado pela ONUDC, organismo das Nações Unidas contra a Droga e o Crime, este atelier, note-se, contou com participação de formadores do FBI, dos Estados Unidos, da Real Polícia Montada do Canadá e das polícias federais do Brasil e da Espanha.
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