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Aumenta número de 'esfomeados crónicos' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O director-executivo do Programa Mundial das Nações Unidas para a Alimentação, James Morris, disse que o número de pessoas afectadas pela fome crónica está a aumentar. Em comentários feitos por ocasião do Dia Mundial da Alimentação, que se assinala este domingo, dia 16 de Outubro, Morris pediu aos doadores que não se esqueçam da escala do problema. O Programa Alimentar Mundial, PAM, calcula que, só este ano, cerca de 6,25 milhões de pessoas morreram em resultado da fome e das doenças a ela associadas. Batalha séria James Morris disse que poucos pessoas percebiam que a fome a as doenças por ela provocadas matavam mais pessoas que a Sida, a malária e a tuberculose em conjunto. Depois de décadas de progressos na resolução deste problema, o PAM diz que o mundo está agora a perder terreno na batalha contra a fome. A desnutrição é um problema sério em muitas partes do mundo, da Coreia do Norte ao Afeganistão e ao Haiti. Mas a África sub-Sahariana continua a ser a área mais afectada. Colheitas fracas Depois da crise alimentar no Níger, no início de 2005, as atenções estão agora a virar-se para a parte Sul do continente. A ONU calcula que 12 milhões de pessoas, a sua maioria no Malawi e no Zimbabwe, precisarão de ajuda alimentar em 2006. As colheitas de 2005 no Malawi foram as priores em mais de uma década. O PAM diz que a alimentação das cerca de 100 milhões de crianças em todo o mundo que neste momento não recebem ajuda custaria menos do que o que as nações desenvolvidas gastam semanalmente em subsídios aos seus agricultores. |
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