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ONU preocupada com situação na Guiné Bissau | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Conselho de Segurança das Nações Unidas manifestou-se preocupado com a situação na Guiné-Bissau. A preocupação foi manifestada na sequência da auto-proclamação, no domingo, do antigo presidente, Kumba Yalá, como novo chefe de Estado. O Conselho de Segurança disse que o gesto de Kumba Yalá poderá afectar as eleições presidenciais marcadas para dentro de um mês. Apoio ao governo provisório
Numa declaração lida à imprensa, em Nova York, pela presidente rotativa do Conselho de Segurança, a embaixadora dinamarquesa, Ellen Margrethe Loj, reafirmou o apoio do Conselho ao governo provisório, presidido por Henrique Rosa, durante este período de transição. A diplomata dinamarquesa também pediu diligência e moderação a todos os actores políticos na Guiné-Bissau. "O Conselho de Segurança insta os líderes políticos guineenses a exercer as suas tarefas com diligência e com a máxima moderação para se evitar o aumento das tensões e o sofrimento das populações".
Esforços da ONU Os 15 países membros do Conselho de Segurança também apoiaram os esforços que estão a ser feitos pelo Secretário-Geral, Kofi Annan, e pelo seu Enviado Especial, o ex-presidente moçambicano, Joaquim Chissano. Chissano está a prestar assistência à preparação das eleições presidenciais previstas para o dia 19 de Junho. No domingo, Kumba Yalá - que foi destituido a 14 de Setembro de 2003 num golpe de Estado depois de três anos no poder - auto-proclamou-se presidente e assegurou que cumpriria com a totalidade do seu mandato de cinco anos. Pensou-se, inicialmente, que Yalá tivesse o apoio de segmentos das Forças Armadas. Mas, 24 horas depois do inesperado acto do ex-presidente, as lideranças militares declararam o seu apoio às autoridades provisórias. |
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