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Economia e guerras ocupam agenda do 1º dia de Obama | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai tratar da economia do país e das guerras do Iraque e do Afeganistão em seu primeiro dia como líder americano. Obama, que tomou posse como o 44º presidente americano na terça-feira, se reunirá nesta quarta-feira com seus principais assessores econômicos e comandantes militares dos Estados Unidos. Durante a reunião com os comandantes das forças militares, o presidente americano deverá pedir sugestões de estratégias de retirada das forças dos Estados Unidos do Iraque. Durante a campanha presidencial, Obama frisou que queria retirar os soldados americanos do Golfo, mas que pretendia fazê-lo da forma mais cuidadosa possível. Uma das primeiras medidas de Obama na terça-feira foi suspender todas as ordens pendentes que o governo Bush tentou aprovar nos últimos dias do mandato. A orientação de Obama foi dada pouco depois que o novo presidente tomou posse, em um memorando assinado pelo novo chefe de gabinete da Casa Branca, Rahm Emanuel. Equipe Obama também estará empenhado, nos próximos dias, em concluir a formação de sua equipe de governo. Vários nomes têm que ser submetidos ao Senado, que tende a agir com rapidez para aprovar o gabinete indicado pelo presidente americano. Na terça-feira, o Senado aprovou seis membros do governo indicado por Obama, inclusive Janet Napolitano como secretária de Segurança Interna, e Steven Chu, como Secretário para Energia. Nesta quarta-feira, Timothy Geithner, o indicado para a secretaria do Tesouro, deve ser confirmado pelo Senado. Geither provavelmente terá de explicar o porquê de ele ter deixado de pagar impostos no passado, quando ainda trabalhava para o Fundo Monetário Internacional (FMI). Nesta quarta-feira, também está prevista a aprovação do nome da senadora Hillary Clinton como secretária de Estado. A sua confirmação no cargo foi adiada após um senador republicano ter pedido um debate a respeito das doações feitas ao marido da senadora, o ex-presidente Bill Clinton, que poderiam constituir conflito de interesses. A votação deverá se dar pouco após o encerramento do debate a respeito do tema. |
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