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UE espera que Obama aproxime EUA da Europa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A União Européia espera que o novo presidente dos Estados Unidos aproxime o país das idéias defendidas pelo bloco, mas especialistas advertem para o risco de uma decepção. “Espero que o novo presidente dos Estados Unidos junte-se aos esforços da União Européia para superar a crise financeira e combater as mudanças climáticas”, disse repetidas vezes o presidente da Comissão Européia (órgão Executivo da UE), José Manuel Durão Barroso. Desde a eleição de Obama os líderes europeus evocam seu nome durante debates sobre as principais questões atuais, o que, na avaliação do jornal belga La Libre Belgique, coloca sobre suas costas um peso “capaz de abrumar qualquer presidente”. “Esperamos que Barack Obama conclua a integração racial nos Estados Unidos e que estabeleça a paz no Oriente Médio. Que tire a América (e o mundo) da recessão e que salve o planeta do desastre ecológico anunciado. Que devolva aos americanos as casas que a crise das hipotecas lhes tirou e que proteja Darfur do genocídio. Que reforme os sistemas educativo e sanitário americanos e que desbloqueie as negociações de Doha (a rodada da OMC)”, resumiu o jornal em um editorial desta terça-feira. "Realismo” No entanto, para Daniel Gros, diretor do Centro para Estudos de Política Européia (CEPS, em inglês), um think-tank com sede em Bruxelas, esse ponto de vista é pouco realista e coloca Obama em uma posição com grandes chances de decepcionar aos europeus. Futuro de Guantánamo Ao mesmo tempo, algumas diferenças entre os interesses europeus e americanos devem ganhar evidência. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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