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Bolívia rompe relações diplomáticas com Israel | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Bolívia rompeu nesta quarta-feira relações diplomáticas com Israel devido à ofensiva na Faixa de Gaza. "A Bolívia tinha relações diplomáticas com Israel, mas, frente a estes graves atentados contra a vida e a humanidade, a Bolívia rompe relações diplomáticas com Israel", afirmou o presidente Evo Morales, segundo o site da Agência Boliviana de Informação (ABI). O governo boliviano também anunciou que o país vai apresentar uma denúncia na Corte Penal Internacional sobre "o genocídio que Israel está cometendo contra a população civil na Faixa de Gaza". "Fazemos um chamado, junto a muitos países e organismos internacionais, principalmente organismos que defendem a vida, para que a partir deste momento trabalhemos para defender a humanidade", disse o presidente. 'Crimes' O governo boliviano lembrou que qualquer país pode apresentar denúncia contra os autores de crimes contra a humanidade, genocídio, extermínio e outros. "Os crimes do governo de Israel afetam a estabilidade e a paz mundial e fizeram o mundo retroceder à pior época dos crimes contra a humanidade desde a 2ª Guerra Mundial e, nos últimos anos, na ex-Iugoslávia e em Ruanda", afirmou Morales. O presidente acrescentou que a Bolívia é um país pacifista e não pode ficar apenas como um espectador diante do "genocídio que Israel comete contra a população civil na Faixa de Gaza". A ação militar israelense na Faixa de Gaza foi iniciada em 27 de dezembro. Segundo Israel, o objetivo é impedir que militantes palestinos continuem a lançar foguetes contra o território israelense. O presidente Evo Morales não foi o primeiro a romper relações com os israelenses. O presidente da Venezuela e aliado de Morales, Hugo Chávez, rompeu relações com Israel na semana passada. Os venezuelanos expulsaram o embaixador de Israel e parte dos funcionários da embaixada israelense no país em um sinal de protesto contra a ofensiva em Gaza. |
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