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Líderes do G20 acertam plano para 'retomar crescimento' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os líderes do G20 concordaram com um plano de ação de seis pontos para estimular o crescimento da economia mundial em sua reunião de cúpula neste sábado em Washington. O plano prevê que a redução de taxas de juros deve ser usada para restaurar o crescimento econômico, embora os países devam adotar medidas individualmente para estimuar suas economias. As medidas precisam se enquadrar nos princípios estabelecidos na reunião. Estas propostas serão discutidas em uma outra reunião a ser realizada em abril, depois que o presidente eleito Barack Obama já estiver no cargo. Instituições financeiras Entre as questões-chave acertadas pelos líderes do G20 está ainda a reforma das instituições financeiras internacionais como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. Eles também pediram a compilação de uma lista de todas as instituições financeiras cujo colapso colocaria em risco o sistema financeiro global. O comércio foi outro ponto abordado no encontro de Washington. Os líderes do G20 prometeram um novo esforço para avançar as negociações para remover barreiras ao comércio internacional na OMC (Organização Mundial do Comércio) até o fim do ano. O presidente americano, George W. Bush, disse ao final do encontro que a cúpula do G20 foi muito bem sucedida. Segundo Bush, os líderes concordaram em reformar estruturas econômicas globais, mas rejeitaram o protecionismo e os obstáculos ao livre comércio. É necessário fazer mais para melhorar a transparência nos mercados financeiros globais e regulamentos, disse Bush, "para que os investidores saibam o valor real dos produtos (financeiros) que compram". "Nós estamos adaptando nossos sistemas financeiros às realidades do século 21", afirmou. "As estruturas reguladoras que existem são do século 20 e, obviamente, a indústria financeira está muito além delas." Ele disse que o plano dos Estados Unidos para salvar os bancos já teve sucesso ao impedir que os Estados Unidos entrassem em recessão que, segundo ele, seria pior do que a Grande Depressão da década de 30. Bush também disse que trabalhará para garantir uma transição suave para a Presidência de Barack Obama. |
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