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Atualizado às: 28 de outubro, 2008 - 17h57 GMT (15h57 Brasília)
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China e produtores de petróleo podem ajudar mais, diz Brown
Banco da Inglaterra
Brown quer que China e produtores de petróleo contribuam mais
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, pediu nesta terça-feira que os governos da China e dos países produtores de petróleo do Golfo Pérsico aumentem suas contribuições ao Fundo Monetário Internacional (FMI).

Brown afirmou que poderão faltar recursos para lidar com a crise financeira global e que é necessário um aumento imediato e substancial dos US$ 250 bilhões em fundos disponibilizados ao FMI.

"Acredito que são os países que têm reservas substanciais - como os países com reservas de petróleo e outros que serão os maiores contribuintes para esse fundo", afirmou o líder britânico.

Brown vai visitar a região no próximo fim de semana e afirmou que pretende discutir a questão com os líderes locais.

"A China também tem reservas consideráveis", acrescentou. "Há um número de países que podem, na verdade, fazer muito no futuro imediato para garantir que a comunidade internacional tenha reservas suficientes para que possamos voltar e apoiar países que estejam em dificuldades."

O primeiro-ministro britânico afirmou ainda que o risco do que chamou de contágio da crise financeira mundial existe principalmente para os países do Leste Europeu e, por isso, é preciso aumentar os recursos do FMI.

Recepção fria

De acordo com analistas, apesar das declarações desta terça-feira, Brown pode ter uma recepção fria durante sua visita a países produtores de petróleo.

O secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Abdalla Salem el-Badri, já teria afirmado que os integrantes da organização são, em sua maioria, países pobres, que não podem socorrer o mundo.

As declarações de Brown ocorrem em um momento em que o FMI tem anunciado pacotes de ajuda a vários países. O Fundo já emprestou US$ 2 bilhões à Islândia.

A organização também vai oferecer um empréstimo de US$ 16,5 bilhões para a Ucrânia e concordou em propor à Hungria um pacote de ajuda de valor ainda não divulgado.

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