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Atualizado às: 21 de outubro, 2008 - 16h05 GMT (14h05 Brasília)
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Após recessão, Europa deve se recuperar em 2009, diz FMI
Euros
FMI avalia que há oportunidade para mais quedas nos juros
Uma análise realizada pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) indica que a Europa caminha para uma "recessão leve" nos próximos meses por causa da crise financeira global, mas deve começar a se recuperar na segunda metade de 2009.

De acordo com o documento divulgado nesta segunda-feira, intitulado Europe: Dealing with Shocks ("Europa: Lidando com Choques", em tradução livre), o crescimento do PIB dos países que adotam o euro como moeda oficial deve ficar em 1,3% neste ano e cair para 0,2% em 2009. Em 2007, o crescimento foi de 2,6%.

Entre os países da zona do euro, a análise prevê um crescimento mais lento na Alemanha e na França e uma possível recessão ainda neste ano na Itália e na Irlanda.

Nas economias emergentes da Europa, que vêm registrando um aumento maior do PIB do que países desenvolvidos do continente, a crise também deve provocar uma desaceleração, alerta o FMI.

Um exemplo é a República Checa, que teve um crescimento de 6,6% em 2007. A previsão do Fundo é que o país cresça agora 4% neste ano e 3,4% no ano que vem.

Juros

O FMI elogiou a iniciativa européia de adotar medidas conjuntas para frear a crise financeira, mas disse que é preciso fazer mais.

"A crise é um catalisador para maior coordenação entre os países, e nós incentivamos os líderes europeus a dar continuidade, com medidas corajosas, ao recente comprometimento deles com ações conjuntas e coordenadas para resolver rapidamente esta crise", disse Alessandro Leipold, diretor interino do Departamento de Europa do FMI.

"Com os riscos de aumento da inflação rapidamente se dissipando, o recente relaxamento da política monetária foi apropriado e existe a oportunidade de uma maior amenização dessas políticas", completou, sugerindo uma redução futura das taxas de juros.

Além de reagir de forma imediata aos efeitos da crise, como tem feito, o Fundo recomenda que a Europa reavalie suas estruturas que promovem estabilidade financeira.

"Isso exigirá ações em várias frentes, incluindo o aumento da fiscalização financeira conjunta, a introdução de mecanismos para fortalecer a disciplina do mercado e a melhoria de estruturas transfronteiriças para resolver crises", diz o documento.

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