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McCain propõe corte de impostos em plano de US$ 52 bi | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, apresentou nesta terça-feira um novo plano de US$ 52,4 bilhões contra a crise econômica. O pacote a ser implementado caso McCain vença as eleições é baseado em cortes de impostos, com o objetivo principal de aumentar a renda de aposentadoria de pessoas atingidas pelas quedas nas bolsas de valores. Em comício no Estado da Pensilvânia, o candidato republicano disse que medidas urgentes são necessárias para enfrentar a crise econômica nos Estados Unidos. Segundo assessores do senador republicano, o plano de McCain se concentra "naqueles mais duramente afetados: trabalhadores, proprietários de imóveis, poupadores e idosos". McCain também reforçou sua proposta anterior, segundo a qual o governo federal compraria hipotecas com problemas e as relançaria com encargos menores para os proprietários de imóveis. Obama O candidato republicano tenta alcançar o adversário democrata Barack Obama, que lidera as pesquisas de intenção de voto. Na segunda-feira, Obama também anunciou um pacote que classificou como "um plano econômico de resgate da classe média". O senador por Illinois anunciou uma série de medidas caso seja eleito presidente, incluindo isenções em impostos para empresas que criem empregos e moratória na execução de dívidas imobiliárias. Obama também se comprometeu a permitir que as pessoas retirem 15% (ou US$ 10 mil) de seus planos de pensão sem taxas e a criar um fundo federal para empréstimos para governos estaduais e municipais. Uma pesquisa do jornal Washington Post e da rede de televisão ABC divulgada na segunda-feira dá ao candidato democrata 53% das intenções de voto, contra 43% para McCain. Entre os eleitores que consideram a economia a principal preocupação, 62% preferem Obama, e 33% McCain, segundo a sondagem. Apesar da vantagem de Obama nas pesquisas, McCain disse que ainda é cedo para descartá-lo como vencedor das eleições. "Estamos seis pontos abaixo (de Obama)", disse o candidato republicano em um comício no Estado da Virgínia, na segunda-feira. "A imprensa nacional nos descartou, mas esqueceram de deixar que vocês decidam." O candidato republicano criticou as políticas econômicas do governo de George W. Bush. "Não podemos passar os próximos quatro anos como fizemos com a maior parte dos últimos oito: esperando que a nossa sorte mude", afirmou. |
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