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Brasil pode crescer 150% até 2030, diz FGV | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro poderá crescer 150% até 2030 se alguns indicadores repetirem o desempenho dos últimos 57 anos, segundo uma projeção realizada em conjunto pela FGV Projetos (da Fundação Getúlio Vargas) e a Ernst & Young Brasil. De acordo com o cenário exposto no estudo "Brasil Sustentável - Crescimento Econômico e Potencial de Consumo", divulgado nesta terça-feira, nesse período o Brasil poderia crescer entre 3,8% e 4,3% ao ano e passar da 10ª para a 8ª posição entre as maiores economias do mundo. O PIB brasileiro passaria dos US$ 963 bilhões de 2007 para US$ 2,4 trilhões em 2030. Segundo o estudo, as condições para esse resultado "são factíveis", e seriam taxa média de investimento de 22,7% e expansão da força de trabalho a 0,95% ao ano. Um índice "equivalente ao padrão mundial, porém superior ao dos países desenvolvidos, de 0,1% ano”, diz o consultor da FGV Projetos Fernando Garcia. Outros fatores determinantes para o crescimento seriam o incremento da escolaridade da mão-de-obra de 7,8 para 11,3 anos de estudo formal e o aumento médio da produtividade de 0,93% ao ano. Mercado consumidor Segundo o trabalho, o cenário de referência da economia brasileira "projeta uma ampliação significativa do mercado de consumo no país". O crescimento do consumo de 3,8% ao ano levaria o Brasil a ter o quinto maior mercado consumidor do mundo em 2030. Atualmente o país ocupa a oitava posição. O modelo indica "uma mudança profunda no perfil da sociedade brasileira", com o estreitamento da pirâmide social e o crescimento das classes de renda intermediária. Segundo o estudo, o mercado de consumo passaria de um total de vendas de R$ 1,41 trilhão em 2007 para R$ 3,30 trilhões em 2030. De acordo com o trabalho, "o crescimento global nos próximos 23 anos está em grande medida condicionado ao desempenho dos Estados Unidos e dos países em desenvolvimento, sobretudo China, Índia e Brasil". O estudo é o segundo de cinco relatórios com projeções para setores estratégicos da economia nas próximas duas décadas. Além do mercado imobiliário e do varejo, serão avaliados os setores de energia, agroindústria e competitividade industrial. |
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