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Atualizado às: 05 de junho, 2008 - 15h59 GMT (12h59 Brasília)
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Impasses adiam acordo final em reunião da FAO
Menino com alimentos
Conferência da FAO discutiu a alta mundial no preço dos alimentos
Impasses no último dia levaram a um adiamento da declaração final da conferência da FAO (o órgão de alimentação e agricultura da ONU) em Roma, que está prevista para esta quinta-feira.

Alguns dos problemas que atravancaram as reuniões desta quinta foram esclarecidos no meio da tarde.

O governo Argentino confirmou que é um dos que trabalha para alterar o documento – que ainda não foi finalizado. Os argentinos queriam ver retiradas do texto as menções ao final de “medidas restritivas” no comércio internacional de alimentos. Mas dizem que aceitam que seja feita uma ressalva sobre o assunto.

O país impôs recentemente medidas para tentar diminuir a exportação de alimentos, com o objetivo de conter a inflação interna.

Biocombustíveis

Outro país que queria ver mudanças no documento final é Cuba. O país queria introduzir de forma indireta a discussão sobre o embargo feito pelos Estados Unidos à ilha. Os americanos não aceitam as alterações.

No começo do dia, um diplomata europeu ouvido pelo site da BBC em inglês disse que o Brasil e outros países latino-americanos estavam se negando a assinar o documento porque ele apresentava de forma negativa os biocombustíveis.

Os representantes brasileiros, no entanto, negaram que tenha havido grandes problemas em torno do debate sobre o etanol e que foi possível chegar a um texto consensual.

Segundo Manuel Vicente Fernandes Bertone, secretário de Produção e Agroenergia, que faz parte da delegação brasileira os “problemas do documento até agora não são biocombustiveis, há consenso com respeito aos biocombustíveis.”

Na quarta-feira, o embaixador do Brasil na FAO, José Antônio Marcondes de Carvalho, já havia dito à BBC Brasil que um acordo já tinha sido conseguido para amenizar as críticas ao etanol.

arroz Alta dos alimentos
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