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Atualizado às: 04 de fevereiro, 2008 - 15h50 GMT (13h50 Brasília)
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Milhares fogem de confrontos no Chade
Tanque francês e carro em estrada do Chade
Os rebeldes chegaram ao Palácio Presidencial no fim de semana
Milhares de pessoas estão fugindo da capital do Chade, Ndjamena, após dois dias de confrontos violentos entre o governo e forças rebeldes na cidade.

Os rebeldes enfrentam as forças do governo e tentam derrubar o presidente Idriss Deby. As autoridades dizem que expulsaram os rebeldes de Ndjamena, mas os insurgentes alegam que foi uma retirada tática antes de um novo ataque contra a capital.

Funcionários de agências humanitárias afirmam que os confrontos prosseguem fora da cidade enquanto cadáveres se espalham pelas ruas.

A União Européia adiou o envio de forças de paz para o Chade. A missão tem como objetivo proteger refugiados da região de Darfur, no Sudão, e funcionários de organizações humanitárias.

Sudão

O Chade acusa o governo sudanês de apoiar a ofensiva rebelde no país para impedir que a União Européia envie sua força de paz à região.

Segundo o governo do Chade, o Sudão deu apoio aos insurgentes para o ataque de domingo na cidade de Adre, no leste do país, perto da fronteira com Darfur.

De acordo com analistas, o Sudão acredita que o governo do Chade está fornecendo recursos para os insurgentes que lutam em Darfur.

Para os analistas, o governo sudanês quer cortar a rede de fornecimento de suprimentos para os rebeldes e, para isso, teria que agir antes que as tropas de paz da União Européia sejam enviadas para a fronteira entre os dois paises.

O Sudão nega essa hipótese, assim como as acusações de que vem apoiando milícias árabes acusadas de promover limpeza étnica e genocídio em Darfur.

Segundo Amber Henshaw, correspondente da BBC em Cartum (Sudão), a situação na capital do Chade é tensa com as ameaças de uma nova ofensiva dos rebeldes.

Os insurgentes alegam que a retirada tática também vai permitir que os civis fujam de Ndjamena, mas o governo do Chade afirma que está vencendo os rebeldes.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu o fim dos confrontos e fez um apelo aos países vizinhos para que respeitem as fronteiras internacionais.

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