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Leia as reações à morte de Benazir Bhutto | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Líderes políticos e autoridades ao redor do mundo expressaram condenação ao atentado que resultou na morte da ex-primeira-ministra paquistanesa Benazir Bhutto em um comício na cidade de Rawalpindi, perto da capital, Islamabad. Veja as reações abaixo: George W. Bush, presidente dos EUA O presidente americano condenou os ataques e descreveu o assassinato de Bhutto como um "ato covarde". Bush pediu que os aliados americanos sigam no caminho democrático e afirmou que os autores do ataque devem ser levados à Justiça. "Os Estados Unidos condenam esse ato covarde cometido por extremistas assassinos que tentam minar a democracia no Paquistão", disse o presidente, de sua fazenda, no Texas. "Bhutto sabia que corria risco de vida quando retornou ao Paquistão do exílio, mas não deixou que os assassinos ditassem o destino do país", acrescentou Bush. "O povo do Paquistão deve seguir no caminho para a democracia e honrar a morte de Benazir Bhutto", concluiu. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva "Foi com grande pesar e indignação que tomei conhecimento do ataque terrorista", disse o presidente em uma mensagem enviada ao presidente paquistanês, Pervez Musharraf. "Ao expressar meu firme repúdio ao recurso à violência na vida política, transmito a Vossa Excelência o sentimento de solidariedade do povo e do Governo do Brasil diante desse inaceitável ato terrorista." "Peço transmitir aos familiares das vítimas e ao povo paquistanês as profundas condolências do Governo brasileiro." Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU O secretário disse que ficou “chocado” e “ultrajado” com a morte da ex-premiê. "Eu condeno veementemente este crime hediondo e peço que os culpados pelo ato sejam levados à Justiça assim que possível. Isto representa uma agressão à estabilidade do Paquistão e a seu processo democrático." Gordon Brown, primeiro-ministro britânico "Hoje é um dia triste para a democracia e um dia trágico para o Paquistão", disse o primeiro-ministro. "Bhutto arriscou tudo na tentativa de trazer a democracia para o Paquistão e foi assassinada por covardes que têm medo da democracia." "Terroristas podem ter matado Bhutto, mas não podem matar a democracia", acrescentou Brown. Pervez Musharraf, presidente do Paquistão Musharraf, em uma declaração a uma emissora de televisão estatal, após a morte de Bhutto, pediu à nação que permaneça em paz "para que o propósito maldoso dos terroristas seja derrotado". Musharraf pediu ainda que a luta pelo terrorismo continue no país. Nawaz Sharif, líder da oposição e ex-premiê paquistanês Sharif descreveu a morte de Benazir Bhutto como uma tragédia para a nação. "A morte é muito trágica e é algo impensável para todo o povo paquistanês", afirmou. "Apesar dela ser minha rival política, não há dúvidas de que havia um entendimento bom nos últimos anos. Estou muito abalado." "Não é apenas um dia triste, mas escuro, o mais escuro e sombrio da história do país. Algo inconcebível aconteceu", disse o ex-primeiro-ministro. Romano Prodi, primeiro-ministro da Itália O primeiro-ministro italiano condenou o "fanatismo" que causou a morte de Bhutto. Prodi pediu que "o difícil caminho para a paz" seja buscado no Paquistão. David Miliband, ministro britânico do Exterior Miliband disse que ficou "profundamente chocado" com a morte da ex-primeira-ministra do Paquistão e pediu "contenção e união" para o povo paquistanês. O ministro britânico descreveu o atentado como "um ataque insensível". Nicolas Sarkozy, presidente da França "Não há espaço para o terrorismo e a violência no debate democrático e no combate de idéias e programas. Mais do que nunca, é necessário que as eleições paquistanesas sejam realizadas em condições de pluralismo, transparência e segurança", disse Sarkozy. O presidente francês classificou o atentado como um "ato odioso e grave". Manmohan Singh, primeiro-ministro da Índia A Índia também manifestou sua reação contra o atentado desta quinta-feira no Paquistão, e classificou o ato como "abominável". "Perdemos uma líder que lutou pela democracia e reconciliação do seu país", disse o primeiro-ministro indiano. "A maneira como ela morreu nos faz lembrar sobre os perigos comuns que nossa região enfrenta por atos covardes de terrorismo e sobre a necessidade de erradicar essa ameaça perigosa", afirmou. |
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