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Atualizado às: 14 de dezembro, 2007 - 04h30 GMT (02h30 Brasília)
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Polícia frustra plano das Farc para seqüestrar filhos de Uribe
O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe
Presidente colombiano e sua família terão segurança reforçada
A polícia colombiana aifrmou nesta quinta-feira ter frustrado um plano do grupo rebelde Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) para seqüestrar os dois filhos do presidente do país, Álvaro Uribe.

Segundo o diretor da Polícia Nacional da Colômbia, general Óscar Naranjo, a polícia concluiu que a unidade das Farc chamada Coluna Teófilo Forero planejava seqüestrar Tomás Uribe, de 26 anos, e Jerónimo Uribe, de 24.

"Na lógica perversa das Farc, eu imagino que eles consideravam (os filhos de Uribe) uma presa extremamente valiosa", disse o diretor da polícia.

O general afirmou que 10 integrantes dessa unidade das Farc (seis homens e quatro mulheres) foram presos e que a segurança de Uribe e de sua família foi reforçada.

Naranjo disse que há sete meses a polícia vinha monitorando conversas telefônicas de três líderes das Farc presos na penitenciária de segurança máxima de Cómbita, no nordeste do país. A operação foi iniciada depois de uma denúncia feita por uma fonte confidencial.

Naranjo mostrou à imprensa um gravação supostamente feita em outubro na qual dois presidiários aparentemente planejam o seqüestro.

Acordo

Segundo o correspondente da BBC em Bogotá, Jeremy McDermott, esse episódio poderá complicar ainda mais os atuais esforços em busca de um acordo humanitário entre o governo colombiano e as Farc, que permita a libertação de 45 reféns em poder do grupo em troca da liberdade de cerca de 500 rebeldes presos.

Atualmente, a medicação entre o governo colombiano e o grupo rebelde vem sendo liderada pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy.

A França tem interesse especial no acordo porque uma das reféns é a ex-candidata à Presidência da Colômbia Ingrid Betancourt, que tem nacionalidade colombiana e francesa.

Até o mês passado, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, vinha atuando como mediador, mas sua participação nas negociações foi encerrada por Uribe. A decisão provocou uma crise diplomática entre Colômbia e Venezuela.

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