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Professora libertada pelo Sudão retorna à Grã-Bretanha | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A professora primária britânica que ficou presa durante oito dias no Sudão por blasfêmia falou de sua "experiência difícil" ao retornar à Grã-Bretanha nesta terça-feira. Gillian Gibbons foi perdoada pelas autoridades sudanesas na segunda-feira depois de ficar detida durante oito dos 15 dias aos quais havia sido condenada. A sentença veio depois que Gibbons, que trabalhava no país africano, permitiu que seus alunos dessem o nome de Mohammed (Maomé) a um ursinho de pelúcia. Ela foi libertada depois que dois parlamentares britânicos muçulmanos foram ao país interceder pela conterrânea junto ao presidente do Sudão, Omar al-Bashir. Choque Ao desembarcar no aeroporto de Heathrow, em Londres, a britânica disse que o incidente foi “um grande choque” para ela, e que ter ido para prisão foi algo “apavorante”. “Nunca imaginei que isso pudesse acontecer comigo. Eu sou apenas uma professora primária”, disse a britânica, que foi recebida pelos filhos John e Jessica. Gibbons reiterou, no entanto, que foi “muito bem tratada por todos” enquanto esteve presa e agradeceu às autoridades do país por lhe terem enviado uma cama. “Eu lamento ter deixado o Sudão. O tempo que passei lá foi fabuloso. É um país lindo e os sudaneses que conheci eram extremamente gentis”, disse Gibbons, acrescentando que não desencorajaria ninguém que deseja ir para o país africano. De volta a seu país, a professora disse que está à procura de um novo emprego. |
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