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Hackers islâmicos atacam sites dinamarqueses | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cerca de mil web sites dinamarqueses foram atacados por hackers islâmicos em protesto contra as polêmicas charges satirizando o profeta Maomé, segundo a empresa de monitoramento online Zone-H. Os ataques geralmente substituem as páginas originais por mensagens pró-islâmicas e condenam a publicação das imagens. A Zone-H afirma que os ataques vêm sendo feitos tanto por grupos como por indivíduos. As mensagens também variam de moderadas até aquelas que pedem uma resposta violenta às charges. Grupos "Nunca vimos tantos ataques politicamente motivados em um espaço de tempo tão curto", diz Roberto Preatoni, fundador e administrador da Zone-H. "O que é extraordinário nesse caso foi a rapidez com que a comunidade se mobilizou." Preatoni diz que, monitorando canais de bate-papo online de hackers, verificou-se que grupos em países diversos se uniram para tornar os ataques mais eficientes. Os grupos envolvidos vêm da Turquia, Arábia Saudita, Omã e Indonésia. Muitos deles já eram conhecidos, mas outros emergiram recentemente, durante os ataques. |
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