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Atualizado às: 20 de novembro, 2007 - 06h40 GMT (04h40 Brasília)
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Nova greve na França aumenta pressão contra reformas
Plataforma da estação Gare de L´Est, em Paris
Greve do setor de transportes da França entra na segunda semana
Líderes sindicais da França convocaram milhões de funcionários públicos para uma paralisação de um dia nesta terça-feira. Esse movimento deverá se somar à greve dos funcionários do transporte público, que entra em seu sétimo dia, e aumentar a pressão contra as reformas propostas pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy.

Desde terça-feira passada, ferroviários, metroviários e motoristas de ônibus protestam contra a reforma de suas aposentadorias especiais, que prevê o aumento do tempo de contribuição, de 37,5 anos para 40 anos, para ter direito à aposentadoria integral.

Agora, os sindicatos estão convocando professores, controladores de tráfego aéreo, funcionários dos Correios e de hospitais em todo o país para aderir às manifestações. Entre os motivos para a nova greve, estão os planos do governo francês de não substituir metade dos funcionários públicos que se aposentarem e a busca de salários melhores.

Os estudantes também devem aderir ao movimento. Desde a semana passada, têm sido realizados protestos em diversas universidades da França contra uma reforma que prevê a autonomia financeira e administrativa das faculdades.

Transportes

Nesta segunda-feira, os sindicatos de trabalhadores do setor de transportes decidiram manter a greve.

A ministra das Finanças, Christine Lagarde, disse que a paralisação está custando ao país pelo menos US$ 440 milhões (cerca de R$ 775 milhões) por dia.
No entanto, há relatos de que o número de grevistas vem diminuindo, e os sindicatos concordaram em participar de negociações com a SNCF, a estatal ferroviária, nesta quarta-feira.

O governo também parece ter suavizado sua posição inicial de não negociar até que os grevistas voltem ao trabalho.

Nesta segunda-feira, o primeiro-ministro francês, François Fillon, disse que o tráfego ferroviário deve "recomeçar progressivamente" para que ocorra a negociação.

Fillon, porém, afirmou que o governo não vai se afastar da promessa de reformar a economia francesa. Pesquisas de opinião sugerem que as propostas de Sarkozy têm amplo apoio da população.

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