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Atualizado às: 08 de novembro, 2007 - 18h38 GMT (16h38 Brasília)
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Chefe do Fed prevê 'desaceleração significativa' nos EUA

Chefe do Fed crê em recuperação na segunda metade do ano
Chefe do Fed crê em recuperação na segunda metade do ano
Ben Bernanke, o presidente do Federal Reserve (Fed), como é conhecido o Banco Central dos Estados Unidos, disse nesta quinta-feira que a economia americana deverá sofrer ''uma desaceleração significativa'' no quarto trimestre deste ano.

Por outro lado, ele fez a previsão de que, na segunda metade de 2008, a economia do país deve dar sinais de recuperação.

''O crescimento deverá continuar lento no início do ano que vem, mas depois se fortalecerá, devido aos efeitos de ajustes no mercado de crédito e no setor imobiliário'', disse o chefe do Fed.

Os comentários foram feitos durante seu depoimento seguido de uma sabatina no Comitê Econômico Conjunto da Câmara e do Senado americanos, em Washington.

O depoimento do presidente do Fed no comitê visou tranqüilizar os políticos americanos e os mercados mundiais em relação às perspectivas para a economia americana.

Inflação

Mas as previsões do presidente do Fed tiveram efeitos mistos. Ele não descartou que os Estados Unidos ainda enfrentem riscos de inflação e de crescimento aquém do esperado.

Entre os fatores que, segundo Bernanke, poderiam contribuir para um contexto inflacionário estão o aumento do preço do barril do petróleo, que nesta semana atingiu a marca de US$ 98, e a queda do valor do dólar.

O senador Charles Schumer, presidente do Comitê Econômico Conjunto da Câmara e do Senado, endossou temores de analistas econômicos de que o país poderá viver uma recessão econômica em algum ponto do ano que vem.

''Acredito que estejamos em um momento de crise. Não estou surpreso que seu predecessor, Alan Greenspan, tenha advertido sobre a ameaça de uma recessão. Eu também começo a me preocupar'', afirmou.

O chefe do Fed disse que o órgão ''não avaliou a probabilidade de uma recessão'' e que, por isso, ''não poderia oferecer uma avaliação'' a respeito de possíveis riscos.

Bernanke também sinalizou se o Fed promoverá novos cortes nas taxas de juros da economia americana no curto prazo.

No dia 31 de outubro, o órgão cortou juros em 0,25%, fazendo com que a taxa caísse para 4,5%.


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