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Perfil: Ricardo López Murphy | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ricardo López Murphy Recriar para o Crescimento Uma frase "A maior façanha seria obrigar o casal Kirchner a ir para o segundo turno", disse Murphy durante um discurso de campanha na Universidade Austral. O que promete Ele insiste que criará postos de trabalho e dará igualdade de oportunidades para todos. Diz que buscará uma maior transparência na administração dos subsídios do governo para desempregados e suas famílias, e que dará prioridade à luta contra a violência. Por que atrai o eleitorado É o único candidato de centro-direita nestas eleições. É visto como uma alternativa radical entre setores das classes média e alta. Biografia Murphy nasceu em 1951, em Buenos Aires. É licenciado em Economia pela Universidade Nacional de La Plata e mestre em Economia pela Universidade de Chicago. Tem uma ampla trajetória como professor universitário. Paralelamente, seguiu uma longa carreira política. Foi ministro de Defesa e de Economia no governo de Fernando de La Rúa, mas renunciou a este último cargo dez dias depois de assumi-lo, por causa dos protestos contra sua decisão de cortar os gastos públicos em 10% e o orçamento das universidades em 5%. Foi candidato à Presidência em 2003, ficando em terceiro lugar. É casado e tem três filhos. Em poucas palavras Murphy é um economista de tendência ortodoxa e um dos principais críticos do governo Kirchner, especialmente nas áreas de finanças e gastos públicos. No entanto, não conseguiu dissociar sua imagem das circunstâncias que o obrigaram a renunciar durante a crise de 2001. Tentou buscar o apoio de outros grupos políticos para fortalecer sua candidatura, mas chega ao pleito acompanhado de uma difícil relação com o empresário Mauricio Macri, empresário do Boca Juniors que venceu o candidato do governo nas eleições para a prefeitura de Buenos Aires e é tido como uma das novas estrelas da direita argentina. Macri ofereceu a Murphy o apoio de seu partido, a coligação Recrear-PRO, mas Murphy acusa seus integrantes de "falta de lealdade". Os outros candidatos Luis Alberto Amman - Frente Ampla Latinoamericana, Partido Comunista, Partido Humanista. Gustavo Breide Obeid - Partido Popular da Reconstrução. Raúl Castells - Movimento Independente de Aposentados e Desocupados. José Montes - Aliança PTS-MAS - Esquerda Socialista. Juan Ricardo Mussa - Reativação Solidária. Néstor Pitrola - Partido Operário. Vilma Ripoll - Movimento Socialista dos Trabalhadores. Jorge Sobisch - Movimento pela Dignidade e pela Independência, Movimento Províncias Unidas, Movimento de Ação Vicinal. Alberto Rodríguez Saá - Frente Justiça, União e Liberdade (peronismo). Fernando "Pino" Solanas - Partido Socialista Autêntico, Projeto Sul. |
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